Curso

FORMAÇÃO DE AGENTES QUALIFICADOS/AS QUE ATUEM NO DOMÍNIO DA PREVENÇÃO, SENSIBILIZAÇÃO E COMBATE A PRÁTICAS TRADICIONAIS NEFASTAS, EM PARTICULAR, À MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA (MGF)

CALENDÁRIO
12, 14, 15, 19 e 21 de Setembro

12 e 14 Setembro (18:30h às 21:30h) e 15, 19 e 21 de Setembro (18:30h às 22:30h)

INSCRIÇÕES ATÉ
9 de Setembro

Mínimo de 15 participantes

INVESTIMENTO
Gratuito

Com direito a subsídio de alimentação*, material de apoio e Certificado reconhecido

DURAÇÃO TOTAL
18 horas

Regime online síncrono

Programa

Parte I - Conhecer e Problematizar

1. Género e Violência contra as Mulheres – 6 horas

1.1 O Género como categoria social. Identidade, estereótipos de género e relações de poder
1.2 Conceptualização da problemática da violência de género
1.3 Enquadramento histórico e cultural das questões da violência de género
1.4 Práticas tradicionais e violência de género
1.5 A Mutilação Genital Feminina como violação dos Direitos Humanos

2. A Mutilação Genital Feminina – uma prática tradicional nefasta – 4 horas

2.1 Caracterização da prática
2.2 Prevalência da prática no mundo, na europa e em Portugal
2.3 Causas e consequências da MGF
2.4 Mitos associados à realização da MGF
2.5 Diferentes tipos de MGF, segundo a classificação da Organização Mundial de Saúde
2.6 Complicações resultantes da MGF para a saúde sexual e reprodutiva das mulheres

3. Enquadramento Legislativo – 4 horas

3.1. Conhecimento da posição de Organismos Internacionais (ex: ONU, OMS, UNICEF, Conselho da Europa, UE, CPLP)
3.2. Enquadramento jurídico-legal nacional e internacional
3.3. A MGF e asilo
3.4. O III Programa de Ação para a Prevenção e Eliminação da Mutilação Genital Feminina 2014-2017 como instrumento estratégico-nacional de intervenção contra a MGF

 

Parte II – Proteger e Apoiar

4. Os/As Diferentes Profissionais e interlocutores/as na Intervenção – 4 horas

4.1. O Papel dos/as profissionais na prevenção e erradicação da MGF (atitudes, crenças, vivências e perceções face à prática)
4.2. O papel específico dos/as profissionais de saúde, técnicos/as das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens e órgãos de polícia criminal em relação à prevenção, risco, sinalização, tratamento e proteção, ao abrigo dos procedimentos estabelecidos
4.3. O papel dos interlocutores comunidades em que a MGF se pratica privilegiados e líderes religiosos das comunidades em que a MGF se pratica.
4.4. A importância do trabalho em rede
4.5. Análise de propostas de intervenção no que diz respeito aos fundamentos, aos objetivos e ao papel dos/as diferentes interventores/as no trabalho em rede

Destinatários/as

Dirigida a ativos/as empregados/as que residam e/ou exerçam funções na zona centro, em áreas como:

  • Ativos/as empregados/as na zona centro;
  • Profissionais da área social e da saúde, técnicos/as de organizações (ONG, IPSS, entre outros) e forças de segurança;
  • Pessoal dirigente e técnico da administração pública local;
  • Profissionais da área da educação como pessoal docente e não docente de todos os ciclos de ensino e ensino superior, incluindo psicólogos/as a exercer funções em escolas e profissionais de orientação vocacional;
  • Públicos estratégicos com uma intervenção direta.

 

Os/as participantes detentores de pelo menos nível 5 do Quadro Nacional de Qualificações**.

Formadora

Sandra Silvestre

Sandra Silvestre

Animadora comunitária, coordenadora de projetos socioeducativos, formadora e consultora na área da economia social e solidária. O seu percurso é muito marcado pela AJPaz - Ação para a Justiça e Paz, ONGD onde começou a sua formação prática, mas também por redes como a Marcha Mundial das Mulheres e a Animar - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local.

Tem-se dedicado a projetos de cidadania, democracia participativa, igualdade e direitos humanos e recentemente destaca o trabalho com o Grupo Aprender em Festa (Gouveia), entidade de que faz parte, e na iniciativa Roteiro Cidadania em Portugal promovido pela ANIMAR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local com a Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade.

É formadora, especialmente em temáticas relacionadas com a Igualdade de Género e com metodologias da educação não-formal, e tem colaborado com inúmeras entidades, especialmente da região centro, na qual se destaca a Akto. Referir ainda que é formadora certificada de Professoras/es na área de Educação para a Cidadania.

É ativista social e colabora em Coimbra com a Casa da Esquina, o CES/Grupo das Ecologias Feministas de Saberes, entre outras. Foi também produtora cultural no TEUC, Teatrão, JACC e assessora parlamentar.

Co-Financiamento

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Entidade Formadora

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Notas

* Para que seja pago o Subsídio de Refeição, os/as formados/as têm, obrigatoriamente, que assistir por dia a pelo menos 3 horas de formação.

** https://bdfaq.iefp.pt/index.php?action=artikel&cat=75&id=802&artlang=pt

Por favor, consulte a nossa Política de Privacidade*

*http://www.akto.org/pt/politica-de-privacidade/